Foto: Fernanda Teixeira/AVATANDO
Fernanda já pensou em ser bailarina, veterinária, médica, professora, dentista, desenhista - encantada com as revistinhas da Turma da Mônica -, atriz, advogada, arquiteta, publicitária, designer - depois de assistir a uma palestra do design da Rede Globo Hans Donner*.
Fernanda (de vermelho) com seu pai, sua mãe e Hans Donner (centro), em palestra na Assembleia Legislativa em Florianópolis.
Evolução das logomarcas da Rede Globo. Em 1975 (ver figura acima), Hans Donner criou a atual logomarca do canal. Foto: pretojackson.wordpress.com
Evolução das logomarcas da Rede Globo. Em 1975 (ver figura acima), Hans Donner criou a atual logomarca do canal. Foto: pretojackson.wordpress.com
Atualmente imagina-se como uma jornalista, influenciada principalmente pelos jornalistas Ricardo Noblat, do jornal O Globo, e Juca Kfouri, um dos maiores jornalistas esportivos do Brasil, colunista do jornal Folha de S. Paulo, blogueiro, e apresentador de vários programas, como na rede de rádio CBN e nos canais ESPN, da TV paga.
Fernanda e Juca Kfouri batendo um papo bem legal em Floripa.
Fernanda com seu pai e sua mãe em uma palestra em Floripa com o jornalista político Ricardo Noblat.
Darlan já se imaginou sendo veterinário, médico cardiologista, engenheiro, trabalhando com edificações, engenheiro agrimensor e atualmente pensa em ser meteorologista.
O médico que Darlan já imaginou ser é atualmente considerado uma profissão saturada.
Fernanda pensa em fazer jornalismo atualmente. Segundo diversos especialistas, inclusive Max Gehringer, é uma profissão já saturada. Mas, em plena era dos computadores, com Blogs, será que jornalismo seria mesmo um curso esgotado? E por quê cursos como direito, medicina, engenharia, odontologia e outras mais se tornaram saturados de profissionais no mercado? São perguntas que vamos tentar responder esse semana;
Você já pensou em fazer um curso que estava saturado no mercado de trabalho?
ESCOLHA DA CARREIRA
Por imaturidade, desconhecimento, inexperiência e falta de apoio, o jovem brasileiro tem sérias dificuldade na escolha de sua carreira. A influência da família e de amigos, aliada a falta de informações são os fatores que mais pesam na tomada de decisão por parte do jovem vestibulando. Na dúvida, cheio de insegurança, mais de 70% dos jovens optam pelas carreiras tradicionais, já totalmente saturadas no mercado, como medicina, direito, engenharia, odontologia e outras mais. Caberia à escola o papel orientador, mas essa prefere presenciar inerte seus alunos lutando desesperadamente pela aprovação em um curso "tradicional", para amanhã estarem desempregados ou subempregados.
Cheio de dúvidas e sem base, como já falamos no TEMA 03. Seja por questões culturais, por falta de conhecimento, por tradicionalismo ou por status, os cursos mais concorridos nas universidades não são os de melhores perspectivas profissionais, mas sim os mais tradicionais.
Segundo o vice-reitor da UNESP (Universidade Estadual Paulista), Profº Dr. Paulo Cezar Razuk, os "cursos mais concorridos são aqueles ligados as profissões mais tradicionais que, por sinal, algumas delas, a médio prazo, estarão fadadas ao desaparecimento".
COMO DECIDIR O RUMO DA VIDA?
Em uma das matérias do quadro "Emprego de A a Z", no Fantástico, da Rede Globo, o consultor Max Gehringer conversou com diversos estudantes, dando dicas para os jovens que ainda não sabem que rumo tomar na vida:
“Eu já pensei em fazer medicina , já pensei em fazer engenharia de alimentos, já pensei em fazer psicologia. Bom, na verdade eu não sei o que eu quero fazer da minha vida”, conta uma estudante.
Se você tem entre 15 e 18 anos, e está confuso:
“Hoje nós temos mais de 200 cursos no cardápio de oferta das universidades”, conta o organizador do salão das decisões 2007 Luiz Antônio Guimarães.
E se seus pais reclamam que você não sabe bem o que quer da vida, não se preocupe: você é normal.
“O salão das decisões é o maior evento, voltado para o público estudantil, do interior paulista. Ele procura levar até o estudante as informações sobre os novos cursos, as novas universidades, novas tecnologias na área de ensino”, explica o organizador do salão das decisões 2007 Luiz Antônio Guimarães.
Nessa idade, todo jovem tem algumas certezas sobre a vida e muitas dúvidas sobre a carreira.
“Meu nome é Alexandre, tenho 17 anos, e o problema é que eu tenho quatro sonhos: jornalismo, sociologia, ciências sociais e música. Eu tenho que decidir entre um deles”, diz Alexandre Cruz, de 17 anos.
A primeira dúvida: qual curso fazer?
“Minha mãe não quer de jeito nenhum que eu faça filosofia”, diz a estudante.
“Minha mãe gostaria que fizesse alguma coisa que tem mais mercado”, diz o estudante Alexandre Cruz, de 17 anos.
“Eu tinha esperança que ele fizesse engenharia, na verdade”, comenta a mãe de Alexandre, Vilma Bispo.
“Das quatro que você tem na cabeça, qual que você realmente gosta mais?”, pergunta Max.
“Eu realmente gosto de jornalismo. Gosto muito de expressar o que eu penso. Eu me vejo como um Arnaldo Jabor da vida, entrando no Jornal da Globo e falando sobre as notícias da semana”, conta Alexandre.
Algumas profissões estão saturadas, dentre elas direito e jornalismo. Para quem não sabe o que fazer, administração de empresas é uma boa opção. Por ser o curso mais genérico que existe, é o que oferece o maior leque de oportunidades na hora de procurar um emprego.
E JORNALISMO?
Um comentário de Max Gehringer para a rede de rádios CBN em 22/06/2009. Com a nova lei, onde a pessoa não precisa do diploma de jornalista para atuar na área, ele diz que quem começou o curso deve continuar, e explica o porquê. Mas afirma que é uma das profissões mais saturadas do mercado:
"Sou professor de uma faculdade de jornalismo", escreve um ouvinte. "Você deve ter imaginado o pesadelo que foi para mim e para os outros professores, ter que encarar a primeira aula após a decisão do STF de que jornalista não precisa mais ser diplomado. Eu nem bem botei o pé na classe e meus alunos já me perguntaram se valia a pena continuar com o curso, uma vez que, de repente, passamos a ter 100 milhões de potenciais jornalistas no Brasil."
Sim, vale a pena continuar com o curso. E vou enumerar alguns motivos.
Primeiro, no Brasil existem 100 milhões de potenciais administradores de empresas. Não há nenhuma lei que obrigue uma empresa a contratar um profissional diplomado em administração para uma vaga administrativa. Mas as empresas, por decisão delas, exigem o diploma. A mesma coisa irá acontecer com os jornalistas. Conversei com algumas figuras do ramo e o diploma de jornalismo continuará a ser exigido nas contratações.
Outro ponto vital: jornalista precisa saber escrever. Não somente com estilo, mas principalmente com correção. Atualmente, raros são os cursos superiores que têm a preocupação de não permitir que seus formandos saiam pelo mercado de trabalho trucidando o português. E o jornalismo é o principal deles. Portanto, para quem quiser ser jornalista, o diploma continuará valendo o que sempre valeu.
Eu acredito que ainda haverá desdobramentos em relação à decisão do STF, com passeatas, pressões de entidades de classe e ações de congressistas. Mas eu gostaria de chamar a atenção para um detalhe: jornalismo é uma das profissões mais saturadas do mercado. As poucas vagas que aparecem são preenchidas por indicações de outros jornalistas.
Não é difícil prever que os jovens que se formarem em jornalismo a partir de agora, irão atribuir à decisão do STF, o fato de não conseguirem um emprego na área. Isso poderá ser até um auto-consolo, mas não será verdade. Ser formando em uma faculdade de jornalismo de renome, continuará pesando muito. E conhecer um jornalista que possa fazer uma indicação, mais ainda.
MAIS PROFISSÕES
ENTREVISTA COM MAX GEHRINGER
Em outra entrevista do analista de gestão e carreira Max Gehringer para Elida Oliveira, da Gazeta do Povo, em 13/04/2009, ele diz que “É preciso aliar diploma e experiência”. Confiram:
O planejamento profissional começa agora, na escolha do curso para o vestibular. Para o analista de gestão e carreira Max Gehringer, é importante fugir da pressão dos pais, procurar adquirir experiência prática e pesquisar muito o mercado de trabalho. Além disso, relacionamento pessoal fará toda a diferença na hora de conseguir o primeiro estágio ou emprego.
Que conselhos você daria para quem está se preparando para o vestibular?
Diria para pesquisarem o mercado de trabalho, observar a área em que querem atuar e, principalmente, não fazer uma graduação para agradar aos pais. A segunda dica seria evitar cursos de nomes bonitos e mercado de trabalho restrito. Ninguém sabe quando chegará a hora dessas profissões “de futuro”.
O que se deve levar em conta na hora de escolher um curso superior?
É preciso aliar vocação aos dados concretos do mercado de trabalho. Em pesquisas é possível saber quantos profissionais, entre os formados, estão sendo contratados. Se o número for menos de 40%, o mercado está saturado. Outro ponto a se considerar é que o primeiro estágio ou emprego vai depender da indicação de pessoas que o conheçam. Por isso, bom relacionamento fará a diferença, principalmente em áreas saturadas.
Como saber se o curso é o certo?
Nos primeiros dois anos, todos os cursos são chatos porque quebram as expectativas. As aulas da graduação não são diferentes de outras que os alunos tiveram a vida inteira. O ideal é esperar quatro semestres (ou dois anos de curso) antes de desistir. Se a ideia de desistir veio depois deste tempo, recomendo terminar o curso.
Considerando os cursos tradicionais de graduação e os cursos superiores de tecnologia, o mercado de trabalho os valoriza da mesma forma?
Sim, ambos são de graduação, mas preparam para funções diferentes. O que confunde é imaginar que em um curso de tecnólogo o estudante poderá “cortar caminho”, pois se forma em dois anos e não em quatro ou cinco. Não é assim. Os cursos oferecem caminhos diferentes. No mercado de trabalho, um técnico em logística não poderá competir para ser um gerente administrativo, mas terá vaga garantida em disputas por vagas específicas.
O que o mercado de trabalho mais valoriza em um profissional recém-formado?
A experiência prática. Estudar é bom, ter diploma impressiona, porém nada disso irá substituir a experiência. Recomendo começar a trabalhar aos 17 anos, pois o estudante já terá quatro anos de prática quando se formar, aos 21 anos.
Essa experiência inclui empregos em outras áreas?
Sim, a diferença é saber por que eu estou fazendo aquilo, mostrar a dedicação e o foco no trabalho. Uma vez eu contratei um camarada que estudava a semana inteira e nas sextas e sábados entregava pizza – em vez de ir para a balada ou sair com a namorada. Este funcionário eu queria comigo. Se você não conseguir nenhum emprego, vá trabalhar em uma ONG, aprender de graça, o que tem um tremendo peso no currículo.
Para quem sonha em seguir uma carreira para a qual não há curso superior, o que fazer?
Ele deve saber se existe esse curso fora do Brasil. Para quem quer fazer Animação, por exemplo, Computação Gráfica existe como graduação há muito tempo nos Estados Unidos. Se não der para estudar fora, o estudante deve achar o curso mais parecido no Brasil e, depois, procurar um emprego para aprender na prática.
Falamos sempre da preparação dos estudantes, mas o mercado pode absorver esta mão-de-obra tão qualificada?
Temos, academicamente falando, a melhor geração da história do Brasil. Hoje estuda-se três vezes mais para conseguir o mesmo salário, o que é bom pois o conhecimento será transmitido para outras gerações. Mas, quando esse contingente entra no mercado de trabalho, sente que a velocidade da empresa é lenta e durante muito tempo nada irá acontecer. Não interessa mais a formação, e sim a capacidade de conquistar a confiança da empresa. O ciclo de maturação do profissional é longo e, por isso, é preciso paciência.
O que você aprendeu de mais importante na sua vida profissional?
A entender três coisas: as pessoas, as mudanças e quem manda. No mercado de trabalho tem-se mais respeito pelas pessoas. A tecnologia também avançou e devemos sempre nos adaptar. Mas o mais curioso é que, por mais profissionais que pensamos ser, agimos de modo puramente emocional. As pessoas irão lembrar de você não porque fez a empresa crescer 14%, mas porque contou uma piada ou ajudou um colega, por exemplo, e você nem percebeu.
Sucesso profissional é sinônimo de que?
De um sono gostoso. É deitar, dormir e acordar tranquilo, com vontade de trabalhar no dia seguinte. Não adianta estabelecer o sucesso em níveis. Alguém que ganha um salário mínimo pode dormir muito bem e acordar feliz no dia seguinte. Essa pessoa é um sucesso.
CURSOS NÃO SATURADOS
Setores de maior probabilidade de crescimento para as próximas décadas
Informática
Saúde
Meio Ambiente
Turismo, lazer e entretenimento
Biotecnologia
Administração
Tecnologia da Informação
Terceiro Setor
Educação
"Profissões do Futuro"
Administradores de Comunidades Virtuais
Engenheiros de Rede
Gestor de Segurança na Internet
Coordenadores de Projetos
Consultor de Carreiras
Coordenadores de Atividades de Lazer e Entretenimento
Designer e planejador de Games
Gestor de Patrocínios
Gestor de Empresas do Terceiro Setor
Especialista na preservação do Meio Ambiente
Engenharia Genética
Gerentes de Terceirização
Gestor de Relações com o Cliente
Especialista em Ensino a Distância (EAD)
Tecnólogo em Criogenia
Profissões de Futuro (com possibilidade de crescimento)
Turismo
Hotelaria
Sistema de Informações (Informática)
Comunicação Social
Moda
Administração
Gastronomia
Logística
Marketing
Telecomunicações
Comércio Exterior e Relações Internacionais
Como se diferenciar em carreiras consideradas saturadas pelo mercado, se minha profissão faz parte dessa estatística?
Segundo Mario Persona, especialista em marketing e comunicação, em uma entrevista para seu site, "Se minha profissão for fabricar galochas, é melhor eu transformar minha linha de produtos em calçados impermeáveis para pescadores esportivos, ou não vou sobreviver. Carreiras podem ser adaptadas do mesmo modo como as empresas fazem com produtos. Porém às vezes não há como reciclar uma atividade que caminha rapidamente para a extinção. Aí o jeito é aproveitar os elementos que podem ser aproveitados em outra atividade ou profissão e partir para a mudança. Minha formação é em arquitetura e urbanismo, mas já perdi a conta das vezes que mudei de profissão ao longo de minha carreira. Além de arquiteto, já trabalhei como desenhista, professor em cursos de idiomas, professor de ensino médio, faculdade, MBA, agricultor, construtor, vendedor, negociador, livreiro, editor, comerciante... sem contar que hoje atuo, além de consultor, como palestrante, tradutor e escritor. Até pedreiro, eletricista, carpinteiro e encanador já fui em duas casas que construí com as próprias mãos. É claro que minhas atividades atuais acabam reunindo experiências de todas essas atividades, uma diversidade que hoje considero essencial ao pensamento criativo."
QUEM INDICA?
Essa matéria que vocês acabaram de assistir do Jornal Nacional de 26 de setembro de 2007, da Rede Globo mostra bem essa questão.
O "Quem Indica" é ferramenta do mercado de trabalho.
O networking nunca foi tão importante para abrir as portas de um emprego novo.
Quem anda à procura de um emprego já deve ter notado que está de volta ao mercado de trabalho um critério antigo na seleção de novos funcionários. Muita gente conhece essa prática como "Q.I.", ou "quem indica", mas o que parece só um favor entre amigos é uma ferramenta do mercado de trabalho. Tem até nome técnico: networking, traduzido como "rede de contatos e relacionamentos". E nunca foi tão importante para abrir as portas de um emprego novo.
Uma pesquisa feita por uma das maiores agências de recolocação do país mostra que entre mais de 12 mil profissionais de empresas privadas, 44% deles conseguiram emprego por indicação de conhecidos, 16% pela Internet, 6% por meio de anúncios de jornais e 3% através de agências de emprego.
"A indicação significa um aval de alguém reconhecido dentro da empresa, representa que esse profissional tem assim um selo de qualidade, que comparado assim a outros profissionais que têm a mesma formação ele tem uma qualidade a mais, que tem uma indicação", diz Adriano Arruda, especialista em Recursos Humanos.
Rita Menezes, sócia-diretora de uma agência de publicidade, conta que quase todo o mundo que trabalha no local foi indicado por alguém. Rita contratou a namorada do primo, a filha da babá e o cunhado do primo do marido dela. E conta que agência funciona muito bem dessa forma. "Tem pessoas que eu conheci em festas, tem amigos, indicações de fornecedores, de clientes de ex-funcionários. Eu tenho uma referência de uma pessoa que tem mais o nosso estilo."
Matéria do quadro no Fantástico do consultor Max Gehringer "Emprego de A a Z" mostra também a importância da indicação na hora de conseguir uma vaga de emprego e como fazer o seu próprio networking.
Fernanda tinha cerca de 8 anos quando se imaginava fazendo direito. Era pequena, mas se imaginava muito feliz com essa profissão. Assim como todos os cursos em que pensou fazer. Assim como o atual curso que pretende fazer, jornalismo.
Darlan também já pensou em pelo menos 6 profissões para a vida. E se imaginou muito feliz com elas também.
Por isso perguntamos no começo da matéria se "Você já pensou em fazer um curso que estava saturado no mercado de trabalho?". Para você pensar.
Quando o jovem tem entre 15 e 18 anos a pressão é muito grande. Provavelmente esse é o motivo de 70% dos jovens seguirem carreiras tradicionais.
Pesquisando, encontramos diversas opiniões. Inclusive de especialistas falando que cursos direito, engenharia, odontologia e medicina não são profissões saturadas.
Lembrando também que hoje as profissões se extinguem com o passar dos anos. As chamadas "profissões do futuro" não são tão confiáveis. São especulações.
Como sempre falamos aqui no AVATANDO, o importante é você ser feliz com sua escolha. Se você sentir que gosta de direito, siga, que com toda certeza você vai encontrar oportunidades no mercado.
É o que Max Gehringer falou. Sucesso profissional é sinônimo "De um sono gostoso. É deitar, dormir e acordar tranquilo, com vontade de trabalhar no dia seguinte". É ser feliz, com uma profissão saturada ou não. É seguir as dicas, mas principalmente: fazer o que realmente te deixa feliz.
* Hans Donner é designer e cuida da identidade visual da Rede Globo a 36 anos. Ele cria todas as vinhetas e peças de abertura dos programas e ajudou muito a revolucionar o canal - criando inclusive a atual logomarca da Globo. Ajudou também a tornar um dos - se não o maior - canais de TV do Brasil e até do mundo.






Gostei do post, muito legal, venho acompanhando vocês desde a primeira posagem e vocês estão se superando! Parabéns!
ResponderExcluirOlá, legal esse post! Eu mesmo já tive essa duvida de qual profissão escolher!
ResponderExcluirMuito legal!
ResponderExcluirMatéria muito boa!
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